sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Depois do aumento de Passagem... o João Castelo real



por Bruno Rogens
O aumento das passagens de ônibus em plena ante-véspera do carnaval de 2010 revela o que realmente representa a administração tucana de João de Castelo à frente da Prefeitura de São Luís: um governo anti-democrático, anti-popular e golpista. O aumento pegou toda a população e classe política de surpresa exatamente por explorar a maior festa popular do país como válvula de escape para uma decisão autoritária e unilateral.
A prefeitura ignorou acordos firmados em audiência pública com e na Câmara de Vereadores juntamente com organizações comunitárias, acordos estes que comprometiam o executivo à dialogar com a sociedade sobre eventuais aumentos de passagens. O governo também é anti-popular pois empossa como secretário de transportes o antigo advogado do sindicatos das empresas de transportes mostrando o comprometimento da administração Castelo com os interesses dos poderosos. Por fim é golpista por que usa a maior festa popular do país como cortina de fumaça para mascarar uma medida arbitrária e abusiva.
Enquanto o administração Castelo joga no lixo as promessas de campanha o sistema de transportes da cidade anda à beira do caos. O sistema é ineficiente, lento, de má qualidade, desconfortável e... altamente lucrativo para as empresas de transporte. Os terminais da integração são verdadeiros terminais da famigeração dada as condições de extrema precariedade com o serviço público de transporte é prestado. Contudo, é a própria infra-estrutura viária da cidade encontra-se à beira do colapso com engarrafamentos quilométricos à qualquer hora do dia a qualquer dia da semana.
Enquanto a operação tapa buracos não chega ao fim o período chuvoso já chegou novamente e o caos está em vias de ser implantado no transito da cidade. Castelo não é o único culpado pelo que está acontecendo no trânsito de São Luís. Grande parte da culpe se deve aos 20 anos de administração pedetista que, ao ver a cidade crescer e se entupir de carros de passeio, preferiu ver o bonde passar e não fazer nada.
O verdadeiro Castelo começa à aparecer agora quando se torna cada vez mais pesada a tarefa que lhe foi delegada de administrar os rumos de uma cidade praticamente em descontrole e sem rumo.

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